terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Álex facts

Pra quem não sabe, o nosso parceiro e escritor desse blog Álex é o cara que mais se atrasa no mundo. Vão ai uns fatos dele:

-Enquanto no Brasil todo passa a saga do Dragon Ball contra o MajinBoo, na TV do Álex o Goku ainda está lutando contra o Raditz.

-Pro Álex chegar na hora no compromisso, é bom marcar com 2 ou 3 séculos de antecedência.

-O Álex ainda compra gasolina por 40 centavos.

-Na casa do Álex, existem lançamentos musicais como The Dark Side Of The Moon e Abbey Road.

-O Álex será o único sobrevivente de 2012, já que para ele ainda faltam 103 anos para isso.

-O Álex chega a tempo no trabalho porque está atrasado exatas 24 horas.

-O Álex espera ansiosamente com seu ingresso na mão a final do Paulistão de 77.

-Quando o Álex sai de casa, o bonde já passou e ele tem que esperar o próximo.

-O Álex odeia se ralar, porque o Merthiolate dele ainda arde.

-Na mão do Álex, vinho barato envelhece e fica bom.

-A mesada do Álex é paga em Cruzados.

-O Álex tem como seus programas favoritos a TV Pirata, o Clube do Bolinha e o Show de Calouros.

-O Jornal Nacional na casa do Álex ainda é apresentado pelo Cid Moreira.

(Breve Ricardo Facts e Danilo Facts).

Émerson Iser Bem: O lavrador que bateu Paul Tergat

Quem não se lembra de Paul Tergat? Tergat é o maior campeão da São Silvestre, mesmo não correndo a algum tempo na prova. Campeão por 5 vezes, e talvez o maior rival de um dos maratonistas mais importantes da história, Haile Gabrselassie, um dia conheceu Émerson Iser Bem.

Iser Bem hoje não é conhecido mundialmente como Tergat, e só venceu por uma vez a São Silvestre, em 1997. Mas por esse feito, ficou lembrado como o brasileiro que bateu o queniano papa-títulos. Foi o brasileiro que cansou menos na subida da Brigadeiro.

Aqui uma entrevista com o atleta, que hoje vive em Campos do Jordão, e faz faculdade de Educação Física:

Como você começou a correr?
Comecei aos 13 anos, em Santo Antônio do Sudoeste, na pastagem. Eu entregava leite de bicicleta, e quando chovia, a cavalo. Eu corria na pastagem para separar os bezerros para tirar leite para vender. Eu vendia leite de algumas vacas dos meus pais, de alguns vizinhos e também comprava leite dos vizinhos para revender na cidade. Naquela época eu jogava vôlei na escola. Meu esporte era vôlei. Mas precisei parar após sofrer um acidente.

O que aconteceu
? Eu estava selando um cavalo e mexeram com ele. Ele deu um pinote e meu dedo foi estrangulado numa corda do arreio. Perdi uma falange do polegar. Mesmo depois de cicatrizado, doía muito para bater na bola de vôlei com a mão. Então precisei largar o vôlei. Mas também, eu era reserva de um time ruim, não perdi muita coisa.

E como foi sua primeira corrida
? Participei da minha primeira corrida aos 12 anos. Corri uns 2 ou 3 quilômetros acompanhando os primeiros colocados da prova. Aí cansei e sentei na calçada, exausto. Fiquei uma semana com o corpo dolorido. Comecei então a treinar sério com 13 anos. Aos 14 anos fui Campeão Paranaense, quando recebi um convite para ir treinar em Londrina.

Como foi este convite?
Havia um projeto do governo do Paraná, que subsidiava atletas. Fui indicado pelo presidente da Federação Paranaense de Atletismo para o projeto. Neste projeto, eu ganhava meio salário mínimo e pensão completa. Acabei saindo de casa aos 15 anos e fui para Londrina treinar em uma equipe local.

Foi aí que vieram suas primeiras vitórias?
Sim. Fui Tricampeão Brasileiro Juvenil com 16, 17 e 18 anos. Bati o recorde brasileiro juvenil dos 5.000 metros, que permanece até hoje, com o tempo de 13"59.

Onde foi este recorde?
Foi no Campeonato Mundial Juvenil, na Coréia do Sul. Fiquei em oitavo lugar no torneio. O campeão do torneio naquele ano foi o etíope Haile Gebrselassie. (NR: O etíope Haile Gebrselassie era o recordista mundial da Meia Maratona (58"55 em Phoenix/USA em janeiro/2006) e dos 2.000 metros (4:52:86, há mais de 9 anos) até o último mês de fevereiro, quando suas marcas foram batidas, na Meia Maratona pelo queniano Sammy Wanjiru (58"53 nos Emirados Árabes Unidos (2 de fevereiro de 2007) e nos 2.000 metros pelo também etíope Kenenisa Bekele (4:49:99 em Birmingham, Inglaterra 17 de fevereiro de 2007)

Ninguém bateu seu recorde brasileiro juvenil?
Não, ainda não. Mesmo atletas fortes como o Marilson Gomes dos Santos e o Franck Caldeira não conseguiram bater este recorde, quando eram juvenis.

E como seguiu sua carreira dali em diante?
Então, sai de casa com 15 anos, fiquei em Londrina pelo projeto do governo por 1 ano e meio. Depois vim para Cosmópolis no estado de São Paulo, onde fiquei 4 anos, e depois Piracicaba. Sempre pela antiga equipe funilense, que representei por mais de 12 anos.

Quais foram suas vitórias mais importantes no atletismo?
A principal vitória para mim foi o GP de Portugal de Cross Country, no Algarve, em fevereiro de 1997. Naquela prova, ganhei do queniano James Kariuki, que foi Campeão Mundial de Cross Country. Naquele mesmo ano, venci a São Silvestre, que é muito importante por eu ser brasileiro, com o tempo de 44"48, e sob uma temperatura de 33 graus. E ainda venci o Paul Tergat naquela prova, que havia ganho a São Silvestre em 1995 e 1996 e também ganhou em 1998, 1999 e 2000. Também venci a Meia Maratona de Buenos Aires em 1996, a Meia Maratona de São Paulo em 1997, a 23ªCorrida de São Silveira em 1998 e em duas ocasiões, venci o primeiro trecho (10 Km.) da Maratona de Revezamento de Chiba, no Japão, entregando o revezamento em primeiro lugar. No primeiro ano, foi onde eu fiz minha melhor marca de rua nos 10 km., com 27"59. No ano seguinte, fiz o mesmo trecho em 28"08.

Como foi para você a repercussão da vitória da São Silvestre, em 1997?
Eu saí do anonimato e virei estrela da noite para o dia. No atletismo não tínhamos estrutura para isso. Naquele ano eu corri patrocinado pela Asics e pela BMF. Eu havia entrado para a equipe da BMF apenas 3 meses antes. Com a vitória, ganhei 1 quilo de ouro da BMF e um carro. O prêmio total que eu recebi da São Silvestre foi de R$33.000,00. Hoje a BMF é a dona da equipe e mudou muito a forma como esta repercursão afeta os atletas. Hoje eles sabem como tratar melhor este momento de evidência do atleta, não permitindo que ele corra quando suas condições não são 100%. Veja o Marílson, é bem diferente da minha época, por isso não correu a última São Silvestre. Outro aspecto que mudou muito é a atenção médica dispensada atualmente a estes atletas, pois quando me machuquei nunca fui conduzido a um médico especialista, mas me deram um guia de um plano de saúde para que, apenas com a carteirinha eu tentasse a sorte. Isso também mudou.

Em que países você já correu?
Já corri no Japão, Coréia, Estados Unidos, Portugal, Espanha, França, Itália, Suíça, Bélgica, Holanda, Alemanha e Austrália e Irlanda, em Belfast. Na Inglaterra em 1995 participei do Campeonato Mundial Cross Country, em Durham.

Qual desses lugares você gostou mais de conhecer correndo?
Sem dúvida nenhuma, onde eu mais gostei de correr foi no Japão. Corri 5 vezes no Japão. Também gostei muito da Coréia, onde corri em 1992.

E onde você menos gostou?
Da Austrália. Peguei uma virose e passei mal lá. Tenho más recordações.

Você tem algum ídolo no esporte?
Não tenho um ídolo específico. Mas quando comecei, me inspirei nas vitórias do Joaquim Cruz na Olimpíada de Los Angeles/84 e do José João da Silva, que havia ganho a São Silvestre em 1980 e 1985.

E rival? Você já teve algum grande rival nas corridas?
No profissional não. Não tinha nenhum grande rival direto. Nos anos 90 havia muitos corredores bons no Brasil. Teve um ano que eu, ainda juvenil, era 12º do ranking brasileiro de 5.000 metros com o tempo de 14"13. Mas no juvenil sim. Ainda no Paraná, eu tinha um rival: um garoto também chamado Émerson. Émerson Vetori. Nossa rivalidade era grande. A primeira vez que ganhei uma corrida dele, ele sentou e chorou muito, tamanha nossa rivalidade. Uma vez, em uma prova de 5.000 metros, contra ele, estávamos emparelhados até os últimos 100 metros do último quilômetro. Ganhei dele apenas nos últimos 100 metros. Neste último quilômetro, corremos tão forte, que fizemos o quilômetro em 2"36. Tínhamos 16 ou 17 anos!

Como a corrida contribuiu na sua vida?
Corro há 21 anos. Tudo que tenho hoje, foi reflexo destes anos de corrida. Não só financeiramente, mas minha experiência de vida, reconhecimento, o respeito que conquistei. Viajei muito e conheci muita gente também, devido à corrida.

Você é muito novo e já teve grandes conquistas. Quais seus objetivos a longo prazo?
Hoje estou cursando o segundo ano da faculdade de Educação Física em Taubaté, na UNITAU. Quero fazer especialização em recuperação de cardiopatias, utilizando as caminhadas e corridas em velocidade lenta.

Como você vê o crescimento atual das corridas de rua e de atletas amadores?
Muitos estão descobrindo o prazer de correr, pela intensidade, para relaxamento ou por prazer. O país só ganha com a massificação da corrida. É mil vezes mais importante ter esse crescimento de atletas amadores nas corridas, do que formarmos mais 1 atleta de ponta, campeão. Isso também ajuda muito o governo a economizar com remédios de hipertensão e doenças cardíacas. A consciência da importância de uma boa caminhada ajuda muitos. Mas o governo precisa incentivar o esporte juntamente com o estudo. Quero deixar claro que apoio totalmente os projetos esportivos. A massificação da prática esportiva está ligada à qualidade de vida, saúde pública, etc. Por outro lado, os projetos esportivos estão ligados ao futuro do esporte, de oportunidade de mudança de vida para muitos jovens, como aconteceu comigo. Por isso acredito ser oportuno abordar alguns aspectos das ?escolinhas de esporte?, aí sim acredito que não devemos sacrificar o curso natural da vida de um jovem, a menos que lhe seja imperativo o estudo e que lhe ofereçam além de treino, bolsa de estudo. O esporte e o estudo têm que andar lado a lado. Só o esporte não ajuda. O esporte é bom sim, mas têm que estar condicionado ao crescimento ao futuro da pessoa, do jovem. É muito perigoso um jovem ser tirado de sua família, de sua cidade para tentar a vida no esporte. Isso acontece muito em todos os esportes. Ele sai de sua vida simples em sua cidade e vai para uma cidade grande treinar numa equipe, numa realizade social muito diferente do que estava acostumado. Para os que obtêm sucesso, ótimo, mas para os 99% desses jovens que acabam não vingando no esporte, isso é muito ruim, pois acabam retornando para sua cidade, 2 anos depois, totalmente deslocados da realizade local. Pararam de estudar, enquanto seus amigos continuaram estudando. São vistos pela família e pelos amigos como fracassados por não terem tido sucesso, e muitas vezes retornam com uma namorada e um filho. Desta forma acabam se perdendo na vida. Émerson Iser Bem mora atualmente em Campos do Jordão, onde auxilia o projeto "Frutos da Terra". Treina uma equipe de trabalhadores locais, muitos dos quais, tirou da bebida. Ingressou no curso de Educação Física da Universidade de Taubaté em 1º lugar no vestibular. Sem dúvida alguma é um campeão, nas pistas e na vida. Parabéns, Émerson.

Reportagem: Fauzer Simão Abrão Júnior

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Enfim, Schumacher confirmado

O que todo mundo já sabia foi confirmado. Michael Schumacher estará pilotando para a Mercedes na temporada 2010 da F1. A BBC já dava como certa a contratação a algum tempo, e a equipe confirmou.

Schumacher já entra na equipe falando em título para 2010. - A Mercedes representa um novo desafio para mim pelo lado pessoal e pelo esportivo. É um novo capítulo em minha carreira no automobilismo e estou realmente ansioso para trabalhar com meu velho amigo Ross Brawn e meus antigos companheiros do programa júnior da Mercedes. Estou convencido de que, juntos, poderemos lutar pelo título da Fórmula 1 no próximo ano e já quero voltar às pistas - diz o alemão.

Aos 41 anos, Michael Schumacher é o piloto mais velho confirmado para a temporada de 2010 da F1. Ele declara sua gratidão a montadora, que o ajudou muito no ínicio de sua carreira nos protótipos, até sua chegada a F1.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Piadinhas de fim de ano

(http://twitter.com/thedustofdan <<< onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img.photobucket.com/albums/v445/iftk2/glitter/papainoel_doidao.gif">
“Um político honesto, um advogado generoso e Papai Noel estavam andando pela rua quando viram uma nota de R$ 50 reais. Qual dos três a pegou?

- Papai Noel, porque os outros dois não existem!”

Aprendendo…

“Aprendi que o homem tem quatro idades:
quando acredita em Papai Noel,
quando não acredita em Papai Noel,
quando é o Papai Noel e
quando se parece com Papai Noel.”

Vai entender a mente incrível de uma loira...

domingo, 20 de dezembro de 2009

Brincou, dançou


Brincou...


Dançou!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Leis estranhas nos EUA


Arizona

  • É crime chutar uma mula.
  • Em Phoenix, os homens devem usar calças quando entram na cidade.

Flórida

  • Os policiais são proibidos de fofocar em horário de serviço em Key West.

Geórgia

  • É proibido dar um tapinha amigável nas costas dos outros.
  • Em Atlanta, não é permitido que pessoas fedidas andem de bonde.
  • É preciso uma ótima desculpa para um homem abraçar uma mulher em Macon.

Minnesota

  • É proibido pendurar roupas íntimas de homens e mulheres no mesmo cabide.

Missouri

  • Em Saco, chapéus que podem causar sustos são proibidos.
  • As mulheres que participam de júris na cidade de Mexico não podem tricotar durante a audiência.

Nebraska

  • Uma lei permite que pais deixem seus filhos em hospitais e estações de polícia sem serem processados por abandono de menores. Criada em julho de 2008 para tentar diminuir o número de menores abandonados em locais perigosos, a lei estabelecia que filhos de até 18 anos poderiam ser abandonados sem problemas legais para os pais. Três meses (e 18 crianças de 22 meses a 17 anos) depois, a lei foi modificada: a partir dessa data, apenas bebês de até 3 dias podem ser abandonados.

Vários estados

  • As carteiras de habilitação emitidas em Arkansas, Indiana, Nevada e Virginia não mostram pessoas felizes. Tudo porque uma lei desses estados proíbe que o motorista esteja sorrindo na foto. Segundo as autoridades, a medida foi tomada para facilitar a identificação do condutor.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Cristiano da Matta pode estar voltando a uma competição oficial de automobilismo

Afastado das pistas desde 2007, o piloto mineiro Cristiano da Matta, com passagem pela F1 e com um título conquistado em 2002 na extinta CART, pode estar de volta as pistas.

Da Matta sofreu um grave acidente em 2006 quando testava um carro da Champ Car em Elkhart Lake. Atropelou um cervo que acertou sua cabeça. Ficou em coma induzido por semanas, e quando se recuperou tentou voltar as competições. Correu com carros Cam-Am na América do Norte no circuito de Laguna Seca, nas sentiu tonturas durante a prova, abandonou e decidiu terminar sua carreira de piloto naquele instante.


Mas algo surpreendeu a muitos ontem (14). Da Matta testou um caminhão da Fórmula Truck de marca Iveco no circuito Nelson Piquet em Brasília, e gostou do que viu. "Foi muito bom para quem tinha um ponto de interrogação em relação a um caminhão de competição. Todos os carros de corrida têm suas características próprias, mas depois de algumas voltas você sente que o F-Truck é muito parecido com qualquer outro carro de competição como F-Ford, F-3, Indy e F-1" declarou Cristiano da Matta.

Como toda categoria, o piloto é exigido em adaptação. Com os caminhões não foi diferente.
"Nas primeiras voltas ele escorregava e eu corrigia como um fórmula, para deixar ele perpendicular e pregar no chão. Depois vi que o F-Truck você deixa ele escorregar e faz a curva normalmente" Contou o piloto que ainda fica 2 segundos mais lento que a média dos pilotos oficiais da Truck.

Com estes testes, Da Matta afirma que diferente de 2007, agora ele se sente apto a poder pilotar novamente, mas diz também que não pretende voltar a correr no exterior. Ele afirma que não gostaria mais de correr em tempo integral como nos tempos da Indy ou da F1, até porque auto se julga sem chances para isso.

Seu possível companheiro na Iveco em 2010, Beto Monteiro, gosta da idéia.
"Com esse histórico e a bagagem que ele tem no automobilismo e a experiência que eu tenho com o F-Truck vamos desenvolver rapidinho o novo Iveco 2010" afirmou um animado Beto. "Tomara que eles acertem a contratação o mais rápido possível", completa Monteiro.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Indício forte - Michael Schumacher

Schumacher foi pego saindo de um Mercedes. Pra quem andava só de Ferrari e Fiat, quer dizer alguma coisa?

Como era e como estão os Power Rangers