terça-feira, 9 de março de 2010

Lendas e fatos sobre a Arca de Noé

No dia 27 de setembro de 1960, Ron Wyatt leu um artigo na "Revista Vida" sobre uma fotografia aérea de uma estranha formação de barco moldada numa montanha a 20 milhas ao sul do Mt. Ararat; Era uma estrutura em forma de barco de aproximadamente 150 metros de comprimento. Logo uma expedição com cientistas americanos partiu para o local.

A 2200 metros de altitude, no meio de escombros e deslizamentos de terra, os exploradores acharam uma área clara, gramínea, com bordos íngremes e moldada como um navio. Suas dimensões são aproximadas às determinadas no Gênese, 150x25x15 metros.

Fizeram uma pesquisa rápida de dois dias que não revelou nenhum sinal do objeto ter sido feito pelo homem. Os cientistas do grupo não disseram nada à respeito da possibilidade natural criar tal forma tão simétrica. Uma escavação completa deveria ter sido feita no ano seguinte para resolver o mistério, nunca se concretizou.

Para Ron, se a Arca de Noé fosse real, então toda Bíblia seguramente era fidedigna. Ron determinou-se a visitar o local, mas, isso tornou-se um sonho para ele.

Estudando medicina na Universidade de Michigan, trabalhando como técnico de laboratório em Kalamazoo, com uma filha adolescente, um filho de três anos de idade aguardando o nascimento de outro filho.

Em 1964, assuntos familiares o forçaram a deixar as esperanças de se formar médico, ele mudou-se para o Kentucky, onde conseguiu se formar como anestesista em 1970. Não parecia que ele teria alguma oportunidade para visitar o estranho local do barco moldado, assim teve que limitar sua pesquisa arqueológica a bibliotecas e livrarias. Mas ele nunca perdeu interesse no fato, estudou tudo relativo à história antiga e arqueologia.

Havia muito pouca informação disponível sobre a Arca de Noé, o que convenceu Ron mais do que nunca que uma pesquisa mais séria deveria ser empreendida sobre assunto. Tudo o que ele tinha lido estava baseado em folclore e reivindicações insubstanciadas, informações sobre várias localidades diferentes.

De 1973 a 1975, ele e as crianças mudaram-se para o Havaí, onde ele pôde estudar vulcões diretamente. Isto o convenceu que se a arca tivesse aterrissado no cume vulcânico chamado Mt. Ararat, teria sido destruída há muito tempo. Apesar do fato de explicações elaboradas sobre como a arca poderia ter sobrevivido no cume vulcânico.

A erupção do Monte St. Helens mostrou a ele que nada poderia sobreviver numa montanha vulcânica como Ararat. Se a arca tivesse estado lá, ele concluiu teria sido destruída há muito tempo.

Em 1975, ele decidiu que havia uma forma de pesquisa que ele poderia fazer; ele construiu um pequeno modelo da Arca com as mesmas relações declarada na Bíblia, também construiu na água várias configurações de montanhas.

Ele observou a reação do modelo de barco ao flutuar próximo das várias maquetes de montanhas que fez. Ele aprendeu que o barco ao aproximar-se de um cume, simplesmente flutuava ao redor, não se aproximava ou aterrissava, o deslocamento lateral do fluido impedia qualquer forma de atracação.

Ele continuou esta experiência de várias formas, com o mesmo resultado, até que construiu uma formação montanhosa levemente inclinada, quando o barco acelerou ao redor desta formação, e as águas descendo lentamente, o navio flutuou com suavidade até tocar o fundo e parar. Com essa informação, Ron sabia que a arca teria que ter aterrissado num lugar semelhante, e não no cume íngreme do Mt. Ararat.

Um dos assuntos de estudo favoritos de Ron eram os antigos egípcios relacionados à Bíblia. No Havaí, ele leu tudo o que conseguiu por as mãos à respeito. Como ponderou, havia uma coisa que parecia ser óbvio a ele: Moisés tinha sido o autor do Gênesis, então escreveu a história do Dilúvio, e como tal, Ron acreditou que o cúbito que Moisés usou para descrever as medidas da arca teriam sido o Cúbito Real egípcio, o padrão universal de medida no mundo antigo naquele momento. Assim, 300 Cúbitos (egípcios) se iguala a 515 pés, e não aos 450 pés aceitos até então baseados no cúbito hebreu, inexistente à época.


Havia 15 anos desde que ele tinha lido aquele artigo na "Revista Vida", mas o interesse dele só cresceu. Até esta época Ron não teve mais nenhuma informação do objeto, então, ele leu o livro "O Arquivo ", por Rene Noorbergen que em 1960 participou da primeira expedição à formação do barco moldado. Assim ele soube os nomes dos homens que visitaram o local.

Ele contatou os homens da expedição, e perguntou tudo à respeito sobre a viagem arqueológica, lhes perguntou como chegar ao local, afinal 20 milhas ao sul do Mt. Ararat é uma localização muito vaga numa região com tantas montanhas. Mas, ninguém soube contar exatamente como chegar lá, eles tinham montado a cavalo por horas, sendo conduzidos pelo exército turco. Quando ele falou em visitar o local, lhe disseram que ele estava louco, nada havia lá; todos, exceto o Dr. Arthur Brandenburger que acreditava realmente tratar-se de um navio.

Em 1977, os filhos já crescidos, com dinheiro suficiente e duas semanas de férias, pela primeira vez Ron sentiu que poderia viajar para a Turquia. Assim, ele contou aos filhos o que estava a ponto de fazer, e para o desânimo dele, Danny de dezessete anos, e Ronny de dezesseis, teimaram em ir junto.

Em 9 de agosto de 1977, eles chegaram a Istambul. As coisas estavam muito difíceis, eles pegaram um ônibus para Ancara, e um trem para Erzurum. Isto consumiu três valiosos dias. Em Erzurum, eles pegaram um táxi a Dogubeyazit, uma pequena cidade perto do local.

A Turquia Oriental não é nenhuma área turística, é distante e perigosa, havia dezessete anos desde a ultima expedição ao local, talvez o povo tivesse esquecido do assunto, e se não encontrassem ninguém na cidade que soubesse inglês, como eles achariam o barco moldado? Muitas pessoas podem achar o método de Ron de adquirir informação estranho, ele fez a única coisa possível, orou silenciosamente por ajuda.

Quando eles se aproximaram da cidade, o táxi quebrou, eles então empilharam um grande número de pedras ao lado da estrada, ante o confuso olhar do motorista. Voltando ao táxi, continuaram a jornada estrada abaixo. Logo, nova quebra, com menos entusiasmo eles empilharam novamente pedras na margem de estrada. Depois de muitas milhas e 3 pilhas construídas, finalmente chegaram ao hotel em Dogubeyazit.

Na manhã seguinte, refeitos da jornada anterior, eles adquiriram outro táxi e rumaram para a primeira pilha de pedras que fizeram na margem da estrada, seguiram a partir dela perpendicularmente à estrada, chegando numa pequena aldeia. Vários homens armados se aproximaram, usando "idioma" de sinal, Ron convenceu os homens que eles eram só turistas, então os aldeãos designaram guias para eles.

Caminharam por milhas e milhas de terreno áspero, até que Ron percebeu uma "pedra" idêntica às pedras de âncora achadas no Mar mediterrâneo que ele tinha visto em livros arqueológicos, só que essa "pedra" era muitas vezes maior.

Quando ele examinou a pedra mais de perto, viu que haviam 8 cruzes esculpidas nela. Quando os aldeãos viram o interesse de Ron pela pedra, eles lhe mostraram outras pedras de âncora, todas com 8 cruzes esculpidas nelas. Eles estavam terrivelmente excitados pelo que tinham visto, mas do barco moldado, nenhum sinal. Continuaram caminhando, mostraram para Ron um cemitério antigo com monumentos "estranhos" que pareciam representações simples de barco. Estas coisas tinham relação com à Arca de Noé? Ron acreditou que sim. Assim, ele fotografou e filmou tudo e decidiu voltar ao hotel.

Na manhã seguinte, rumaram até a segunda pilha na beira da estrada, caminhando como anteriormente, eles acharam ruínas de uma velha casa de pedra, fora dessa casa haviam grandes muros de pedra que pareciam prolongar-se por várias milhas. A característica mais interessante deste local era a existência de duas grandes pedras, uma em pé e outra caída.

Na pedra em pé havia um desenho esculpido: Uma forma de arco, debaixo do qual uma ondulação sugeria um oceano, e sobre ela um barco; caminhando longe do barco oito pessoas; o primeiro era um homem alto, seguido por uma mulher; os próximos eram três homens do mesmo tamanho da mulher; as três últimas eram mulheres menores que a mulher anterior.

Parecia bastante óbvio a Ron que esta era a representação dos 8 sobreviventes do dilúvio, andando longe do navio com um arco-íris sobre eles.

Quando ele estudou estes dois monumentos mais de perto, ele notou na pedra caída, a primeira mulher (representando a esposa de Noé) e o primeiro homem (o Noé), ambos com os olhos fechados e a cabeça inclinada; considerou que as pedras na frente da casa eram as lápides de Noé e a sua esposa.

O que Ron e os meninos acharam nestes primeiros dois dias é extremamente importante, não prova nada sobre o barco moldado, mas é uma indicação clara que uma família de oito pessoas viveu nesta área em algum momento da Antigüidade. O desígnio de oito cruzes nas pedras das âncoras mostra que alguém durante a era Cristã tinha identificado estas pedras com a arca e seus oito passageiros.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Love - Forever Changes [1967] (Download)

O álbum 'Forever Changes', datado de 1967, não é só um marco na carreira da banda Love, mas também uma herança que Arthur Lee pode deixar a todos que apreciam uma boa música, quando se foi em 2006.

Forever Changes é um álbum onde Arthur Lee, o líder da banda, pode usar e abusar de sua criatividade e inteligência. Com arranjos de cordas e metais marcantes, o álbum trás clássicos do Rock como 'Old Man' e 'The Red Telephone'. Apesar de tudo, o Love jamais chegou ao mainstream.

Vale a pena baixar e conferir.

Clique na imagem para baixar:

quarta-feira, 3 de março de 2010

Manias que só um verdadeiro pobre possui

Pobre que é pobre tem suas peculiaridades na hora de se virar. Ai vão algumas:

-Lamber o papel alumínio do iogurte;
-Usar pochete;
-Por a roupa pra secar atrás da geladeira;
-Colocar Bom Bril na antena da TV;
-Guardar os copos de requeijão;
-Ir vitrinar no shopping e sempre dizer "Só tô dando uma olhadinha";
-Colocar a estátua de um elefante com a bunda virada pra porta;
-Guardar os restos de sabonete até juntar uns 5 e fazer um só depois;
-Falar 'boa noite' pro William Bonner;
-Ganhar um salário mínimo e gastar ele num tênis 30 molas só pra mostrar que tem;
-Ir na Lan House e mandar winks pelo MSN achando super maneiro;
-Cortar o tubo de pasta de dente com a tesoura no meio, só pra aproveitar o resto;
-Colar com Durepoxi aquele bibelô de bailarina ou anjinho que quebrou;
-Guardar feijão velho no pote de sorvete;
-Comprar só um refrigerante bom na festa do filho, e só botar na mesa na hora de tirar as fotos, pra ele aparecer;
-Ficar ouvindo funk no V3 bem alto só pra mostrar que tem;
-Subir na laje para mexer na antena e ficar gritando lá de cima: "Melhorou?";
-
Colocar uma garrafa Pet com água em cima do medidor de luz achando que economiza;
-Colocar nomes gringos nos filhos, tipo Wallace, Wesley e Washington, ou então inventar verdadeiras obras de arte como Atalíte, Gelvérson, Rovérsio ou Flamarion;
-Fazer bolinho de arroz na quarta com o arroz feito na quarta passada;
-Botar enfeite encima do Microsystem ou da TV;
-Ser de alguma família do gueto, tipo 'Família passa régua', ou 'Bonde das cocotas turbinadas';
-Trabalhar 15 anos pra comprar um carro zeroKM e não tirar o plástico pra dizer que é novo;
-Colocar adesivos enormes atrás do carro com inscrições 'Nóis capota mais num breca';
-Ter um espelho com moldura laranja no box;
-Ir no 'Vai dar namoro' do Melhor do Brasil;
-Por a pilha Duracell no congelador pra ver se recarrega;
-Comprar o Old Eight que seja e nunca abrir só pra deixar de enfeite;

Entre tantas outras coisas que confesso, já fiz, porque sou pobre...

segunda-feira, 1 de março de 2010

Uma singela homenagem a alguns profissionais

Tô fraco de idéias esses dias, então ai vai umas piadinhas temáticas pra desbaratinar um pouco:

Homenagem aos advogados (Afinal, alguém precisa gostar deles):

Enterrado em dívidas, aquele advogado resolve se suicidar.
Vai no meio da rua, joga um litro de gasolina sobre o corpo e quando vai atear fogo, uma mulher o segura pelo braço.

- Não faça isso não, seu moço! - Diz ela, comovida com a dramática situação.
- Se o problema é dinheiro, a gente vai dar um jeito!

Ela pega uma sacolinha e começa a abordar os carros pedindo auxílio.
Vinte minutos depois ela volta com a sacolinha quase cheia.

- Quanto você conseguiu? - Pergunta o advogado, ansioso.

E ela:
- Não muita coisa! Uns quinze isqueiros e 6 caixas de fósforo!

Homenagem aos estagiários (Afinal, sempre a culpa é deles):

Um homem viaja num balão de ar quente, quando descobre que está totalmente perdido. Apavorado, ele diminui a velocidade e a altitude do balão e então avista um rapaz andando calmamente pelo campo. Ele grita para o outro:

- Hei, você! Pode me dizer onde estou?

O rapaz responde:

- Você está num balao a uns dez metros de altura do solo.

Constrangido com a resposta, o homem retruca, de cima do balão:

- Você com certeza é estagiário, nao é?
- Sou sim, como o senhor sabe?
- É que a informaçao que você me deu é tecnicamente perfeita, só que não serve pra absolutamente nada.
- Bom, e o senhor. . . É gerente, não é?
- Sou sim, como você adivinhou?!
- Foi moleza! O senhor não sabe onde está, muito menos pra onde vai. Está perdido, ferrado e a primeira coisa que faz é botar a culpa num estagiário!

Homenagem a domésticas:

A patroa, depois de agüentar muitos desaforos, vira-se para a empregada:

- Cremilda, você está despedida!
- Mas, por que, dona Lúcia?
- O seu trabalho está cada dia pior! O pouco que faz, faz mal feito! Eu já estou farta disso! Toma aqui o seu dinheiro e vá embora!

A empregada pega o dinheiro, agradece e antes de sair tira uma nota de 10 e joga para o cachorro.

- Mas que atrevimento! - Brada a patroa - Jogar dinheiro para o cachorro!
- É que ele fez por merecer, dona Lúcia, já faz mais de um mês que é ele quem lava a louça!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Queixa sobre adoções de animais na cidade de São Paulo

Eu nunca fui muito de reclamar da prefeitura de São Paulo, mesmo a cidade tendo altos índices de violência, ensino precário em algumas instituições ou sistema de saúde enfrequecido, além do trânsito e superlotação de conduções públicas, fora os alagamentos que, creio eu, não havia muito o que se fazer mesmo. Mas hoje o centro de zoonoses de SP, que eu achava que tinha alguma serventia me decepcionou profundamente.

Vou contar a situação. No meu prédio, na sexta feira apareceu uma gata cinza, tigrada, de olho amarelo esverdeado, de aproximadamente 6 meses de idade, que miava de fome. Dei comida duas vezes ao animal que dormiu na rua na noite de sexta para sábado. No sábado pela manhã, iniciou-se o processo de desratização do condomínio, e a gata andava solta pelo prédio correndo o risco sério de ingerir veneno e vir ao óbito. Não aguentei a situação e a trouxe para o apartamento até encontrar alguma solução ao animal. Quem me conhece sabe que tenho um gato em casa, o Dominiki, que sempre viveu sozinho e teve poucos contatos com outros animais durante sua vida. Ele ficou agitado com a situação, aparentando-se enciumado com a 'hóspede'. Ela ficou durante todo o sábado em casa, e os dois trocando farpas um ao outro, rosnando e ameaçando golpes. Decidimos em casa que seria difícil ficar com ela por vários motivos, entre eles pelo Niki que está diferente com a chegada dela, fora as despesas de um novo animal, vacinas e etc. Foi como um filho não planejado, devidas proporções. Entretanto, durante todo o sábado ficamos com ela em casa, depois de levarmos a alguns pet shops e já sermos informados de que a prefeitura não permite mais doações de animais nos estabelecimentos (Não me pergunte o por quê dessa lei estúpida. Eu realmente não entendo o que o governo e o município querem com lei da banana, por exemplo). No domingo (Hoje) pela manhã (Agora a pouco) ligamos para o centro de zoonoses da cidade de São Paulo, órgão da prefeitura de São Paulo, e perguntamos qual seria a medida necessária a ser tomada com a gata. Primeiro ponto, eles não aceitam animais doados (Por que pegam da rua, mas não aceitam doados?). Segundo ponto, a única forma de nos 'livrarmos' do animal seria levar em um endereço fornecido pelo órgão público, que lá eles recolheriam o animal, mas com um pequeno detalhe: eles incinerariam o animal. Isso mesmo, eles tirariam a vida do animal sem mais nem menos, e após isso os queimariam. O mais ridículo disso é que depois disso, nós mesmos teríamos de pegar os restos do animal e deixar no aterro sanitário! Um absurdo!

Resumindo, a gata está aqui em casa até segunda ordem. No que diz respeito a mim e minha família, temos coração. Já tiramos ela da área de risco de veneno para não morrer, e seria ridículo o que já gastamos com ela por carinho ao bicho ser jogado ao ralo para ela morrer (R$ 45,00 de um fortificante, pois ela está desidratada, e mais R$ 32,00 em ração). Se quisessemos isso teríamos soltado ela em qualquer via movimentada para morrer atropelada ou algo parecido.

Não se importe em divulgar esse link. Eu não quero fazer propaganda de mim nem assumir uma liderança contra a prefeitura que acerta, mas também erra como exemplo nesse caso. Só quero justiça, pois animais também são crias de Deus, e muitos deles valem bem mais que alguns seres humanos.

Peço também desculpas a prefeitura caso fui injusto em algum ponto. O caso é que tudo isso que disse é verdade e foi me dito, sinal de, talvez, despreparo de seus funcionários que não sabem dar uma informação correta. Caso for completamente tudo verdade, peço que mudem o modo de tratar criaturas dependentes como os animais. Eu odeio esse papo sustentável demais, mas em casos extremos como o esse, me sinto na obrigação.

Fica aqui um desabafo.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A USF1 parece que S1FU...

Pra quem acompanha a pré-temporada da F1 e sabe que desde 1995 não entram 26 carros no grid, fica feliz em ver essa possibilidade 15 anos depois. Mas uma das estreiantes de 2010, a USF1, equipe basicamente toda norte-americana, parece já dar pra trás.

Então o Eduardo Azeredo, membro velho do maior fórum brasileiro sobre F1 no orkut, fez um anagrama com o logo da equipe, transformando a USF1 em S1FU (Creio que nem preciso explicar muita coisa...).

Isso foi ontem. Então que hoje o Germano Caldeira, outro ex-membro do fórum me vem com a imagem. Pra ficar bem claro pra todos...



S1FU!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Homeopatia - Só mais um placebo?

O Parlamento da Grã-Bretanha anunciou nesta segunda-feira (22) o resultado da análise de eficácia de remédios homeopáticos.

O relatório da comssão de ciência e tecnologia do parlamento britânico afirma que os remédios homeopáticos são tão eficazes quanto placebo - substância sem ação, geralmente receitada por alguns médicos apenas para criar efeito psicológico nos pacientes.

A comissão concluiu que as explicações científicas para a homeopatia não são convincentes e recomendou que o governo britânico pare imediatamente de oferecer esse tipo de remédio no serviço público de saúde.

A homeopatia custa aos cofres públicos da Grã-Bretanha o equivalente a R$ 500 mil por ano. A quantia pode ser considerado irrisória dentro de um orçamento de R$ 300 bilhões destinados à área da saúde, mas os parlamentares afirmam que não é o dinheiro que está em jogo. O que eles querem é evitar que os doentes busquem a cura com medicamentos sem eficácia comprovada.

O deputado Phil Willis, presidente da comissão de ciência e tecnologia, afirma que nenhum estudo comprovou que as pílulas homeopáticas têm poder medicinal. Segundo ele, a homeopatia nem deve mais ser licenciada pelo departamento do governo que regula a fabricação de remédios. O deputado afirma que os remédios homeopáticos não passam de pílulas de açúcar.

A homeopatia, que foi criada por um médico alemão, no século 18, é a chamada medicina natural. e segundo os médicos homeopatas não tem contraindicação. A homeopatia se propõe a curar com substâncias que normalmente provocam efeitos semelhantes aos das doenças. Por exemplo, o remédio homeopático para insônia contém uma substância extraída do café para ajudar o paciente a dormir.

A doutora Charlote Mendes da Costa, da Associação Britânica de Homeopatia, não entende por que a comissão parlamentar não aceitou como evidência de eficácia dos produtos homeopáticos um estudo científico feito com 6.500 pessoas com diversas doenças. Segundo Charlote, elas se trataram apenas com remédios naturais, e mais de 60% dos pacientes ficaram curados.

A associação afirma que a homeopatia representa economia para o Ministério da Saúde porque custa menos de um décimo do preço de remédios industriais. Mesmo sem o apoio do governo, a associação de homeopatia vai continuar incentivando esse tipo de tratamento.

Além disso, céticos na ciência afirmam que tomarão overdoses de remédios homeopáticos para provar sua ineficiência.

E você? Confia no Cogumelo do Sol ou crê que isso realmente não tem benefício comprovado?

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A origem de um célebre frase

'Desligue a TV e vá ler um livro' é uma frase bem conhecida hoje no Brasil.

Divulgada pela MTV Brasil a alguns anos atrás, ia de frente com toda e qualquer estratégia comercial de buscar audiência a emissora. Todas as tardes, a MTV colocava a frase escrita dentro de um quadro parecido com um balão de quadrinhos dentro de uma tela preta, tudo isso acompanhado de um som irritante que fazia, basicamente, dispersar seus telespectadores para outros canais, ou simplesmente, fazê-los desligar a TV e ir ler um livro.


Mas pouca gente sabe quem disse essa frase pela primeira vez. Trata-se do guitarrista da banda grunge Soundgarden, hoje extinta, Kim Thayil.

Na ocasião, a banda que era entrevistada pela MTV Gringa dentro de uma biblioteca contava histórias de que gostavam. Foi quando num lapso comum de impaciência de Kim, ele levanta da cadeira. O cinegrafista vai atrás. Kim pega um livro qualquer numa prateleira e declara a hoje célebre frase, balançando o livro para a câmera dizendo 'Desligue a TV e vá ler um livro!', meio em tom de brincadeira.

Nem Thayil e nem ninguém poderiam imaginar que anos depois essa frase seria utilizada justamente por um canal de TV. Muito menos que hoje ela seria dita e decorada muitas pessoas, sejam leitores verdadeiros de livros, ou apenas pseudo-intelectuais.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

OFF - Acho que criei/usurpei um bordão...

Eis que surge do meio do nada o primeiro bordão deste que aqui vos fala! Notei que direto tenho falado "Como vovó já dizia", frase célebre de Raul Seixas, dita em uma de suas músicas de mesmo nome.

Só pra deixar claro, as três vezes nos últimos dois posts foram sem querer...

Considerações sobre a demissão de Muricy Ramalho

Depois de um reunião hoje (18) na casa do presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, o Palmeiras decidiu dar como terminado o trabalho do renomado técnico Muricy Ramalho a frente da equipe principal. Depois de 34 jogos e apenas 49% de aproveitamento dos pontos disputados, e de seis meses a frente do alviverde imponente, o técnico terá de procurar emprego em outro clube.

Mas, será justa a decisão da diretoria em dispensar um técnico do calibre de Muricy? É bom conferir alguns pontos:

-Um pouco fora do assunto Palmeiras, mas citando um exemplo importante para o segmento do assunto: Renomados jornalistas brasileiros cada vez mais dão ênfase a manutenção de técnicos nos clubes. Tomam como exemplo Sir Alex Ferguson a frente do Manchester United, Àrsene Wenger a frente do Arsenal, e entre outros exemplos, managers que ficam mais de três anos a frente de seus times. Muitos criticam a postura dos dirigentes ao simplesmente demitir seus técnicos, quando não se há elenco. Mas muitos também esquecem que aqui não é Europa. Além de culturas e pensamentos bem diferentes, a grande maioria dos times tupiniquins não possuem fundos a ponto de a cada ano trazer pelo ao menos 5 reforços bons, dentre eles pelo ao menos um extremamente valorizado, assim como alguns clubes europeus. Qual a solução emergencial mais coesa quando o time vai mal das pernas? Dispensar o técnico. Com outro estilo de jogo, quem sabe o time engrena.

-Agora sim, falando de Palmeiras. Muricy Ramalho é um técnico extremamente rodado e sabe o que faz. Não à toa um técnico leva 3 brasileiros seguidos. Mas para isso, ele precisaria de elenco. O Palmeiras tem um time bom, mas seu banco de reservas não inspira confiança. Quando se olha pro banco no meio do jogo e sê vê a disposição atacantes que não fazem gols, meias que não armam, zagueiros fracos, e seus melhores atletas são jovens demais para um jogo com mais pressão, a situação complica. O técnico não tem obrigação de fazer um time ruim ganhar campeonato.

-Vovó já dizia que às vezes precisamos dar um passo para trás para dar dois para frente. Com o termino do comando de Muricy no Palmeiras, isso se aplica bem. O Palmeiras tinha um ótimo técnico que sabe trabalhar com um elenco grande. Sem um elenco grande, é preciso um técnico que costume tirar leite de pedra por onde passa. Muricy nunca foi assim. Com um técnico mais barato, que saiba trabalhar com um elenco reduzido, talvez o time engrene. Resumindo, o Palmeiras tem que se adequar a fase que foi criada, com comissão técnica e jogadores modesdos, porém esforçados.

E você, concorda com a demissão de Muricy Ramalho? Simplesmente sabemos que ele estava desgastado no cargo, além de não demonstrar poder de reação a nenhum momento. Como vovó dizia mais uma vez, há males que vêm para o bem...