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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Um mistério denominado Moai


Os Moais localizados na ilha da Páscoa, território habitado mais isolado do mundo pertencente ao Chile, são talvez um dos maiores mistérios do nosso planeta até hoje.

Segundo pesquisadores, os Moais foram esculpidos e levantados cerca de 200 anos antes da descoberta do Brasil, mais ou menos no ano 1300. Os maiores moais pesam cerca de 20 toneladas e medem quase 12 metros. Altura de alguns prédios de 4 andares.

E quem levantou os moais? Moradores da ilha afirmam que os Rapa Nui, o povo nativo do local, foram os responsáveis pelas cabeças gigantes. Os Rapa Nui formam um povo típico da Polinésia, região onde está localizada a ilha. Hoje, 60% dos moradores da ilha são os nativos, e falam o dialeto rapanui, apesar de também terem como a língua oficial o espanhol trazido pelos chilenos. Apesar disso, a descoberta da ilha foi obtida pelo holandês Jacob Hoggeveen, mas como este saiu do Chile, até hoje a ilha pertence ao país. Além do que, a Ilha tem este nome por ter sido descoberta num domingo de páscoa. Apesar dos Rapa Nui, que ao pé da letra quer dizer 'ilha grande', levarem a fama de terem levantado as verdadeiras obras de arte, nenhum documento ou descoberta comprova este fato.

Os moais estão espalhados por toda a extensão da ilha, e foram esculpidos basicamente de rochas vulcânicas extraídas dos dois vulcões da ilha, o Rano Kau, e o Puakatike. E quem pensa que são poucos, está enganado. São quase 900 moais espalhados pela ilha, com possibilidade de mais alguns ainda não descobertos.

Várias questões envolvem a construção e locomoção dos moais. Ninguém sabe ao certo como traziam as enormes pedras dos vulcões para a beira da praia, mas tudo leva a crer que foram roladas por toras de madeira, como faziam os egípcios na construção das pirâmides, mas este é outro fato não comprovado.

Apesar de várias lendas e de nada ter sido comprovado sobre a construção desses artefatos culturais, o mais provável é que a construção realmente tenha sido executada pelos polinésios que provavelmente habitam a ilha desde mais ou menos o ano 700. O povo polinésio descrito pelos seus descobridores era como 'homens brancos de cabelo vermelho'.

Ainda hoje, pesquisadores viajam para a ilha em tentativas de desvendar mais e mais mistérios sobre os moais, patrimônios da humanidade que ainda carregam diversas lendas.

terça-feira, 9 de março de 2010

Lendas e fatos sobre a Arca de Noé

No dia 27 de setembro de 1960, Ron Wyatt leu um artigo na "Revista Vida" sobre uma fotografia aérea de uma estranha formação de barco moldada numa montanha a 20 milhas ao sul do Mt. Ararat; Era uma estrutura em forma de barco de aproximadamente 150 metros de comprimento. Logo uma expedição com cientistas americanos partiu para o local.

A 2200 metros de altitude, no meio de escombros e deslizamentos de terra, os exploradores acharam uma área clara, gramínea, com bordos íngremes e moldada como um navio. Suas dimensões são aproximadas às determinadas no Gênese, 150x25x15 metros.

Fizeram uma pesquisa rápida de dois dias que não revelou nenhum sinal do objeto ter sido feito pelo homem. Os cientistas do grupo não disseram nada à respeito da possibilidade natural criar tal forma tão simétrica. Uma escavação completa deveria ter sido feita no ano seguinte para resolver o mistério, nunca se concretizou.

Para Ron, se a Arca de Noé fosse real, então toda Bíblia seguramente era fidedigna. Ron determinou-se a visitar o local, mas, isso tornou-se um sonho para ele.

Estudando medicina na Universidade de Michigan, trabalhando como técnico de laboratório em Kalamazoo, com uma filha adolescente, um filho de três anos de idade aguardando o nascimento de outro filho.

Em 1964, assuntos familiares o forçaram a deixar as esperanças de se formar médico, ele mudou-se para o Kentucky, onde conseguiu se formar como anestesista em 1970. Não parecia que ele teria alguma oportunidade para visitar o estranho local do barco moldado, assim teve que limitar sua pesquisa arqueológica a bibliotecas e livrarias. Mas ele nunca perdeu interesse no fato, estudou tudo relativo à história antiga e arqueologia.

Havia muito pouca informação disponível sobre a Arca de Noé, o que convenceu Ron mais do que nunca que uma pesquisa mais séria deveria ser empreendida sobre assunto. Tudo o que ele tinha lido estava baseado em folclore e reivindicações insubstanciadas, informações sobre várias localidades diferentes.

De 1973 a 1975, ele e as crianças mudaram-se para o Havaí, onde ele pôde estudar vulcões diretamente. Isto o convenceu que se a arca tivesse aterrissado no cume vulcânico chamado Mt. Ararat, teria sido destruída há muito tempo. Apesar do fato de explicações elaboradas sobre como a arca poderia ter sobrevivido no cume vulcânico.

A erupção do Monte St. Helens mostrou a ele que nada poderia sobreviver numa montanha vulcânica como Ararat. Se a arca tivesse estado lá, ele concluiu teria sido destruída há muito tempo.

Em 1975, ele decidiu que havia uma forma de pesquisa que ele poderia fazer; ele construiu um pequeno modelo da Arca com as mesmas relações declarada na Bíblia, também construiu na água várias configurações de montanhas.

Ele observou a reação do modelo de barco ao flutuar próximo das várias maquetes de montanhas que fez. Ele aprendeu que o barco ao aproximar-se de um cume, simplesmente flutuava ao redor, não se aproximava ou aterrissava, o deslocamento lateral do fluido impedia qualquer forma de atracação.

Ele continuou esta experiência de várias formas, com o mesmo resultado, até que construiu uma formação montanhosa levemente inclinada, quando o barco acelerou ao redor desta formação, e as águas descendo lentamente, o navio flutuou com suavidade até tocar o fundo e parar. Com essa informação, Ron sabia que a arca teria que ter aterrissado num lugar semelhante, e não no cume íngreme do Mt. Ararat.

Um dos assuntos de estudo favoritos de Ron eram os antigos egípcios relacionados à Bíblia. No Havaí, ele leu tudo o que conseguiu por as mãos à respeito. Como ponderou, havia uma coisa que parecia ser óbvio a ele: Moisés tinha sido o autor do Gênesis, então escreveu a história do Dilúvio, e como tal, Ron acreditou que o cúbito que Moisés usou para descrever as medidas da arca teriam sido o Cúbito Real egípcio, o padrão universal de medida no mundo antigo naquele momento. Assim, 300 Cúbitos (egípcios) se iguala a 515 pés, e não aos 450 pés aceitos até então baseados no cúbito hebreu, inexistente à época.


Havia 15 anos desde que ele tinha lido aquele artigo na "Revista Vida", mas o interesse dele só cresceu. Até esta época Ron não teve mais nenhuma informação do objeto, então, ele leu o livro "O Arquivo ", por Rene Noorbergen que em 1960 participou da primeira expedição à formação do barco moldado. Assim ele soube os nomes dos homens que visitaram o local.

Ele contatou os homens da expedição, e perguntou tudo à respeito sobre a viagem arqueológica, lhes perguntou como chegar ao local, afinal 20 milhas ao sul do Mt. Ararat é uma localização muito vaga numa região com tantas montanhas. Mas, ninguém soube contar exatamente como chegar lá, eles tinham montado a cavalo por horas, sendo conduzidos pelo exército turco. Quando ele falou em visitar o local, lhe disseram que ele estava louco, nada havia lá; todos, exceto o Dr. Arthur Brandenburger que acreditava realmente tratar-se de um navio.

Em 1977, os filhos já crescidos, com dinheiro suficiente e duas semanas de férias, pela primeira vez Ron sentiu que poderia viajar para a Turquia. Assim, ele contou aos filhos o que estava a ponto de fazer, e para o desânimo dele, Danny de dezessete anos, e Ronny de dezesseis, teimaram em ir junto.

Em 9 de agosto de 1977, eles chegaram a Istambul. As coisas estavam muito difíceis, eles pegaram um ônibus para Ancara, e um trem para Erzurum. Isto consumiu três valiosos dias. Em Erzurum, eles pegaram um táxi a Dogubeyazit, uma pequena cidade perto do local.

A Turquia Oriental não é nenhuma área turística, é distante e perigosa, havia dezessete anos desde a ultima expedição ao local, talvez o povo tivesse esquecido do assunto, e se não encontrassem ninguém na cidade que soubesse inglês, como eles achariam o barco moldado? Muitas pessoas podem achar o método de Ron de adquirir informação estranho, ele fez a única coisa possível, orou silenciosamente por ajuda.

Quando eles se aproximaram da cidade, o táxi quebrou, eles então empilharam um grande número de pedras ao lado da estrada, ante o confuso olhar do motorista. Voltando ao táxi, continuaram a jornada estrada abaixo. Logo, nova quebra, com menos entusiasmo eles empilharam novamente pedras na margem de estrada. Depois de muitas milhas e 3 pilhas construídas, finalmente chegaram ao hotel em Dogubeyazit.

Na manhã seguinte, refeitos da jornada anterior, eles adquiriram outro táxi e rumaram para a primeira pilha de pedras que fizeram na margem da estrada, seguiram a partir dela perpendicularmente à estrada, chegando numa pequena aldeia. Vários homens armados se aproximaram, usando "idioma" de sinal, Ron convenceu os homens que eles eram só turistas, então os aldeãos designaram guias para eles.

Caminharam por milhas e milhas de terreno áspero, até que Ron percebeu uma "pedra" idêntica às pedras de âncora achadas no Mar mediterrâneo que ele tinha visto em livros arqueológicos, só que essa "pedra" era muitas vezes maior.

Quando ele examinou a pedra mais de perto, viu que haviam 8 cruzes esculpidas nela. Quando os aldeãos viram o interesse de Ron pela pedra, eles lhe mostraram outras pedras de âncora, todas com 8 cruzes esculpidas nelas. Eles estavam terrivelmente excitados pelo que tinham visto, mas do barco moldado, nenhum sinal. Continuaram caminhando, mostraram para Ron um cemitério antigo com monumentos "estranhos" que pareciam representações simples de barco. Estas coisas tinham relação com à Arca de Noé? Ron acreditou que sim. Assim, ele fotografou e filmou tudo e decidiu voltar ao hotel.

Na manhã seguinte, rumaram até a segunda pilha na beira da estrada, caminhando como anteriormente, eles acharam ruínas de uma velha casa de pedra, fora dessa casa haviam grandes muros de pedra que pareciam prolongar-se por várias milhas. A característica mais interessante deste local era a existência de duas grandes pedras, uma em pé e outra caída.

Na pedra em pé havia um desenho esculpido: Uma forma de arco, debaixo do qual uma ondulação sugeria um oceano, e sobre ela um barco; caminhando longe do barco oito pessoas; o primeiro era um homem alto, seguido por uma mulher; os próximos eram três homens do mesmo tamanho da mulher; as três últimas eram mulheres menores que a mulher anterior.

Parecia bastante óbvio a Ron que esta era a representação dos 8 sobreviventes do dilúvio, andando longe do navio com um arco-íris sobre eles.

Quando ele estudou estes dois monumentos mais de perto, ele notou na pedra caída, a primeira mulher (representando a esposa de Noé) e o primeiro homem (o Noé), ambos com os olhos fechados e a cabeça inclinada; considerou que as pedras na frente da casa eram as lápides de Noé e a sua esposa.

O que Ron e os meninos acharam nestes primeiros dois dias é extremamente importante, não prova nada sobre o barco moldado, mas é uma indicação clara que uma família de oito pessoas viveu nesta área em algum momento da Antigüidade. O desígnio de oito cruzes nas pedras das âncoras mostra que alguém durante a era Cristã tinha identificado estas pedras com a arca e seus oito passageiros.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Homeopatia - Só mais um placebo?

O Parlamento da Grã-Bretanha anunciou nesta segunda-feira (22) o resultado da análise de eficácia de remédios homeopáticos.

O relatório da comssão de ciência e tecnologia do parlamento britânico afirma que os remédios homeopáticos são tão eficazes quanto placebo - substância sem ação, geralmente receitada por alguns médicos apenas para criar efeito psicológico nos pacientes.

A comissão concluiu que as explicações científicas para a homeopatia não são convincentes e recomendou que o governo britânico pare imediatamente de oferecer esse tipo de remédio no serviço público de saúde.

A homeopatia custa aos cofres públicos da Grã-Bretanha o equivalente a R$ 500 mil por ano. A quantia pode ser considerado irrisória dentro de um orçamento de R$ 300 bilhões destinados à área da saúde, mas os parlamentares afirmam que não é o dinheiro que está em jogo. O que eles querem é evitar que os doentes busquem a cura com medicamentos sem eficácia comprovada.

O deputado Phil Willis, presidente da comissão de ciência e tecnologia, afirma que nenhum estudo comprovou que as pílulas homeopáticas têm poder medicinal. Segundo ele, a homeopatia nem deve mais ser licenciada pelo departamento do governo que regula a fabricação de remédios. O deputado afirma que os remédios homeopáticos não passam de pílulas de açúcar.

A homeopatia, que foi criada por um médico alemão, no século 18, é a chamada medicina natural. e segundo os médicos homeopatas não tem contraindicação. A homeopatia se propõe a curar com substâncias que normalmente provocam efeitos semelhantes aos das doenças. Por exemplo, o remédio homeopático para insônia contém uma substância extraída do café para ajudar o paciente a dormir.

A doutora Charlote Mendes da Costa, da Associação Britânica de Homeopatia, não entende por que a comissão parlamentar não aceitou como evidência de eficácia dos produtos homeopáticos um estudo científico feito com 6.500 pessoas com diversas doenças. Segundo Charlote, elas se trataram apenas com remédios naturais, e mais de 60% dos pacientes ficaram curados.

A associação afirma que a homeopatia representa economia para o Ministério da Saúde porque custa menos de um décimo do preço de remédios industriais. Mesmo sem o apoio do governo, a associação de homeopatia vai continuar incentivando esse tipo de tratamento.

Além disso, céticos na ciência afirmam que tomarão overdoses de remédios homeopáticos para provar sua ineficiência.

E você? Confia no Cogumelo do Sol ou crê que isso realmente não tem benefício comprovado?

sábado, 14 de novembro de 2009

Os limites da Terra

Tudo se limita em algum momento. Você sabe os limites do nosso planeta? Vamos a alguns:

A maior cordilheira
Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros.

A maior ilha
Groenlândia, com 2.175.600 km2.

A montanha mais alta
Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.

A principal queda d’água
Angel, na Venezuela, com 979 metros de altura.

Queda d´'agua Angel: Quase 1 Km.

O lago mais alto
O mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar.

Lago Titicaca.

O lago mais profundo
Lago Baikal, Rússia, com 1.620 metros.

O maior golfo
Golfo do México, com 1.502.200 km2.

O maior lago
Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, 372.000 km2 e 980 metros de profundidade.

O maior rio em extensão
Amazonas, com 7.025 quilômetros.

O maior vulcão
Gallatiri, Chile, com 6.060 metros.

Visão aérea do Gallatiri.

O oceano mais profundo
Oceano Pacífico, com uma profundidade média de 4.267 metros.

O ponto mais alto
Monte Everest, no Himalaia, fronteira entre Nepal e Tibete, 8.850 metros acima do nível do mar.

O ponto mais baixo
Mar Morto, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar.

O ponto mais chuvoso
Monte Waialeale, no Havaí, com uma média anual de 11.680 mm.

Monte Waialeale: Leve galochas.

O ponto mais frio
Estação de Vostok, na Antártida, -89,2ºC (21/07/1983).

O ponto mais quente
El Azizia, Líbia, 58ºC (13/09/1922).

O ponto mais seco
Deserto de Atacama, no Chile.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A picada de uma aranha marrom

Aviso: Não clique na imagem em questão se você tem aversão a imagens fortes, feridas profundas ou algo parecido. Não nos responsabilizamos por seus atos, já que a internet é um meio livre de comunicação.


O calor chegou na maioria da área brasileira, e nós devemos tomar cuidados com algumas pragas que costumam aparecer nessas condições climáticas. Uma delas é a aranha marrom, que apesar de muito pequena pode matar com apenas uma única picada. Todo cuidado é pouco com este animal. Segue agora imagens (fortes) de como a picada de uma aranha dessa linhagem pode causar ao ser humano em especial. Também fotos da espécie para saber indentificá-la.

Clique aqui somente se for e estiver apto. Caso contrário ignore e leia somente os procedimentos de como evitar um transtorno com esse animal:

-Não junte entulho mais que o necessário em sua residência. Lembre-se que ele não atrai somente aranhas, mas também ratos causadores de leptospirose, moscas e mosquitos causadores de febre amarela, dengue, chagas, entre outros animais. Todo cuidado é pouco.

-Limpe bem sua casa, em especial cantos escuros, que é onde as aranhas costumam fazer seus ninhos e ficarem alojadas.

-Lugares quentes são propícios a esses animais se ploriferarem. Sempre tenha em mãos venenos e outras iscas para evitar problemas maiores.

-E o mais importante: Se for picado por uma aranha, mesmo que não tenha certeza de que seja uma aranha marrom, corra ao pronto socorro mais próximo imediatamente. Se necessário, não pense duas vezes em procurar um especialista. Todo cuidado é pouco. Não espere feridas visíveis aparecerem, pois o veneno pode agir por dentro e provocar feridas sob a pele.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Transsexual de 8 anos

Josie Romero, apesar dos 8 anos de idade, já tem muita história para contar. Ela na realidade nasceu menino e se chamava Joey.

Vanessia, sua mãe, disse que Josie sempre afirmou ser uma menina, embora fosse constantemente corrigida por ela. “Quando ela começou a falar, dizia que era uma menina. Nós costumávamos corrigi-la e dizer: ‘Não, você é um menino’”. Aos cinco anos, ela recusava-se a cortar os cabelos e só usava cores como laranja e rosa.

Quando completou seis anos, Josie, que também tem uma irmã adotiva, foi diagnosticada como transexual e começou a ser tratado como uma menina. Foi então que a família começou a oferecer roupas femininas e enfim observar qual seria sua reação.

No ano passado, Joey teve todos os seus documentos trocados e agora chama-se oficialmente: Josie. Atualmente ela está sendo acompanhada por médicos e psicólogos e deverá ingerir hormônios femininos quando completar 12 anos. Sua mãe também comentou que provavelmente ela deverá ser submetida a uma cirurgia para mudança de sexo, apenas quando for adulta.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Uma pergunta hipotética: Existe vida fora do planeta?

Não sei porque pensei isso nesse exato momento, talvez por ter olhado o deserto do cabeçalho do blog, enfim... Deserto (principalmente norte-americano, praqueles lados de Nevada, Texas...) lembra muito as aparições de OVNI's que aconteceram, pelo menos no imaginário de quem "viu".
A verdade é que nada foi comprovado em relação a esses seres tão distantes, se é que há distância mesmo.


Fotos já são manjadas, ninguém mais acredita, mas aposto que quando você olhou pra TV naquela madrugada de insônia, e viu a dita "necrópsia de um UFO", ficou com um pé atrás sobre as verdades e mentiras desse mundo.
Perguntas sobre esse tema são quase sempre (e creio eu que ficará sem solução por um bom tempo ainda) indesvendáveis. Afinal, existe a área restrita - a famosa "Area 51", ou será só mais uma invenção de tablóides sensacionalistas? Caiu mesmo aquele disco-voador na URSS? o E.T. de Varginha causou assombro de verdade, ou foi só mais uma história de jeca?


Opinião minha, apesar de todas essas adversidades... se o Universo é tão gigantesco assim, como é possível não existir vida em outro lugar?

As perguntas estão ai, para um curioso qualquer tentar desvendar.
Ah.. essas fotos são falsas.

Por hoje é só, Até.