segunda-feira, 25 de maio de 2009

Leia com atenção...


Um médico estava fazendo sua caminhada matinal quando viu essa velhinha sentada no degrau de sua varanda fumando um cigarro. Curioso, ele foi até ela e perguntou:

"Não pude deixar de notar como a senhora parece feliz! Qual o seu segredo?"

"Eu fumo 10 cigarros por dia" ela respondeu. "Antes de ir pra cama eu fumo um grande baseado. Fora isso, eu bebo uma garrafa de Jack Daniels toda semana e só como besteiras. Nos finais de semana, tomo pílulas, faço sexo e nao faço nenhum exercício fisico"

O médico espantando: "Isso é extraordinário! Quantos anos a senhora tem?"

"Trinta e quatro" ela respondeu...



Turminha, não fumem, não bebam, não façam sexo desregrado, lembrem-se, só com camisinha! E tenham uma vida mais longa e duradoura! Foda-se tudo, curta bem a vida, e jamais fique se limitando, pois no alto dos seus 98 anos, quando você tiver uma vida longa, vai se arrepender de não ter feito tudo aquilo que você queria, e ai vai ser tarde demais pra voltar. Deus escolhe quem vai ir e é bom ter um certo temor a ele, porém nem sempre quem se cuida até o último fio de cabelo chega aos 100 anos. Viva a vida, não se preocupe o quanto você vai viver, e sim, se preocupe em viver a vida bem, e sem vontades. Fica a dica!

Coisas assim costumam não dar certo...

sábado, 23 de maio de 2009

Adivinhações que não se contam, para evitar ser zuado...

O que o criado mudo disse para a cama?

R: Nada, ele não sabe falar.

Como se chamam os parentes do homem invisível?

R: Trans-Parentes.

Qual é o cúmulo da distração?

R: Apagar as velas e cantar parabéns. Num velório.

Qual o prato predileto da minhoca?

R: Minhoque.

O que é um carro com um portão encima?

R: Um carro importado.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Existe mulher bonita que não bebe e não fuma?

(Clique para ampliar...)


Sou fã da sinceridade desse cara!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Revelado o time do morrinho artilheiro

Aliás, vale ressaltar que o morrinho artilheiro se locomove! Aliás novamente, ele não é um morrinho! Ele se locomove e passa como um fantasma pelos zagueiros adversários!

Eis a imagem do craque Morrinho posando com seu time:

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Dirija com aptidão

Jamais dirija seu carro pela estrada depressivamente.

Eu, como dono deste blog que aqui se apresenta, aconselha seus leitores, e principalmente aos que dirigem, que estejam felizes e responsáveis pelos seus atos no trânsito.


Aqui vai alguns exemplos de quem vai pra pista depressivamente.


terça-feira, 19 de maio de 2009

Bora processar o tatuador?

sábado, 16 de maio de 2009

Promessas que não vingaram - n°1

(Nova série! Vou falar nessa série de artigos sobre atletas, artistas, pilotos, ou qualquer outra pessoa que se esperava muito, mas que não vingou).

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Quem não se lembra do 'drible da foca', inventado pelo Kerlon, jogador revelado pelo Cruzeiro que se destacou em meados de 2005 no Sulamericano de Futebol, pela seleção sub-17?

Nascido em Ipatinga no ano de 1988, atuou no Cruzeiro a partir do ano de 2001, nas categorias de base do clube, e impressionava por sua habilidade, o que levou ele inclusive as seleções de base do Brasil.

Pois é, o garoto foi promovido ao time principal e atuou algumas vezes com a camisa azul do Cruzeiro, inclusive em jogos importantes, como jogos contra o maior rival de seu clube, o Atlético Mineiro.

Mas a grande verdade é que os adversários aceitavam o tal drible como provocação. Mas ele continuava promovendo a popularidade do drible, afinal não há na regra do futebol algo que impeça a execução do movimento.

Com certeza, o maior tranco de sua carreira.


Graças a algumas pancadas que sofreu, sobretudo do então atleticano Dyego Coelho (que possivelmente foi a cena mais marcante de sua carreira, quando tentou executar o drible e tomou uma pancada dura do lateral direito), acabou sofrendo lesões graves e trocou a evolução do seu futebol por seções de fisioterapia, para se recuperar fisicamente.

Grande promessa cruzeirense...

Depois desse ocorrido, pouco atuou pelo clube de Belo Horizonte, e foi cedido temporariamente para um clube italiano sediado em Verona, o Chievo.

Mas lá ele pouco joga, e nem sempre é relacionado entre os 18 permitidos na preeleção.

Hoje, com 21 anos, raramente aplica o tal drible, e dificilmente se nota a habilidade dele com os pés. Parece que com a cabeça ele realmente atuava melhor.

...hoje atuando com a camisa amarela do Chievo.

Mas acima de tudo isso, Kerlon é um jogador jovem que ainda tem muito a evoluir, e que apesar de não ter vingado como era esperado, talvez ele algum dia jogue o que todos esperavam dele nos tempos da seleção sub-17.

"O Kerlon tem de fazer isso quando está ganhando e perdendo, ou criará rivalidade."
~ Dunga, técnico e ex-capitão e volante da seleção brasileira de futebol.

"Torcedor paga ingresso para ver pancada por acaso?"
~ Paulo César Caju ex-ponta da seleção.
Fuçando o 'Cassioto', achei um negócio antigo, mas legal. Um final alternativo pro Super Mário:

http://uploads.ungrounded.net/196000/196510_Son_of_a_Peach_.swf

vale a pena ver!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Capacetes Clássicos

O automobilismo começou de forma simples, quem sabe inspirado nas antigas corridas de biga. E nos primórdios do que hoje chamamos de automobilismo, a cabeça do piloto era protegida somente por um óculos viseira e uma lona branca.

Nino Farina, usando a lona branca

Mas com o tempo, as coisas foram evoluindo. O capacete deixou de ser um objeto cuja a serventia era de manter os cabelos parados no lugar e não atrapalhar a visão do piloto, para se transformar num utensílio indispensável em corridas, protegendo sua cabeça de forma que não houvessem traumas graves.

Os primeiros capacetes de verdade que surgiram na F1, datam do final da década de 50, e logo tomou a preferência dos concorrentes. Mas no começo, ninguém ligava muito para as cores, e quase todos os pilotos utilizavam capacetes de cor branca, sem detalhes.

Talvez o primeiro piloto a adotar uma pintura clássica na F1, foi o campeão mundial Graham Hill, que tinha um capacete cuja a cor da base era um azul bem escuro, quase preto, com faixas apontando para cima em seu topo. Surgia então as pinturas clássicas.

Graham Hill, e a primeira pintura clássica

No final da década de 60, os capacetes evoluíram ainda mais, e se tornava fechado, com viseira embutida, dispensando os desconfortáveis óculos viseira. Um dos pioneiros a utilizar os cascos fechados, foi o brasileiro Émerson Fittipaldi.


Émerson Fittipaldi

Na década de 70, o capacete se tornou obrigatoriedade em todos os tipos de corrida de automóveis, talvez pela grande periculosidade que havia atingido as corridas sobre carros, lanchas, motos, e outros tipos de veículos. Foi nessa época que cada piloto começou a entrar na F1 com uma pintura diferente em seu capacete, e cada piloto adotava modelos diferentes para ele. Os mais marcantes com certeza foram de Jacky Ickx, que mantinha uma divisória ao meio de seus olhos, e o de Ronnie Peterson, que mesmo com o visor já embutido no capacete, ainda utilizava uma aba, muito comum nos capacetes do fim da década de 50, início e meados de 60.

Jacky Ickx

Ronnie Peterson

Os capacetes foram mudando com o passar dos anos. Cada vez ficavam mais leves e resistentes. Começaram a ser fabricados de fibra de carbono, um material mais resistente e mais leve, proporcionando mais segurança e conforto aos pilotos. Na década de 80, enquanto Senna, Piquet, Lauda, Prost, Mansell e muitos outros brigavam na pista por vitórias, seus capacetes entravam junto na pista e davam um show a parte. Afinal, quem não se lembra do capacete amerelo do Senna? E dos capacetes brancos e vermelhos, de Lauda e Piquet? Ou da flecha do Red Five?


Entrando na década de 90, o show continuava. Christian Fittipaldi usava o inverso capacete de Wilson Fittipaldi, um belo amarelo com detalhes verdes. Pedro Lamy utilizou um outro belo capacete na F1. Se a pilotagem não agradava, agradou ao público, ao mostrar ao mundo um capacete com cores ornando, onde predominava o azul e o rosa.

Capacete utilizado por Pedro Lamy


Capacete de Christian Fittipaldi

Com o passar dos anos, os pilotos mais jovens passaram a utilizar praticamente um capacete diferente por temporada, o que acabou causando uma perca da identidade do piloto, e dificilmente os que menos acompanham as corridas sabe quem é o piloto de certo carro só olhando o capacete. Mas há alguns pilotos fiéis a suas pinturas originais, ou pelo ao menos parte dela, sempre utilizando o mesmo desenho para cada capacete, mudando ocasionalmente as cores. Casos de Rubens Barrichello e Giancarlo Fisichella.


Capacete de Rubens Barrichello

Capacete do italiano Giancarlo Fisichella


Há também hoje em dia, capacetes parecidos em vários pilotos diferentes. É o que acontece por exemplo, com os pilotos que tem algum vínculo com a empresa Red Bull (não envolvendo apenas pilotos do automobilismo, mas também ciclistas de Downhill, Hill Climb, Skatistas, e Alpinistas, por exemplo).


Hoje o capacete é indispensável numa corrida de F1. Sem ele, a segurança se torna precária, Além disso, ele embeleza a corrida, transformando-a em um belo desfile de desenhos e cores diferentes.