quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Zico dribla o Fla, e vai parar na Grécia

Não foi desta vez que os rubro-negros cariocas vêem o Galinho treinando na gávea. Sondado pelo Flamengo desde sua saída do CSKA da Rússia, ele preferiu ir treinar o Olimpiakos da Grécia.

De acordo com o clube grego, Zico assinou contrato por duas temporadas. No time, Zico trabalhará com os brasileiros Dudu Cearense, Diogo e Leonardo.

Na terça-feira, o clube grego anunciou a demissão de seu técnico, na véspera da estreia da equipe no principal torneio de clubes. Esta será a sétima experiência de Zico como treinador. Antes, passou por Kashima Antlers, CFZ, seleção japonesa, Fenerbahçe, Bunyodkor e CSKA.

Com esta decisão, Zico adia mais uma vez a chance de poder treinar um clube brasileiro de grande expressão.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Lotus volta a Fórmula 1 depois de 16 anos

É isso mesmo. Em 2010, alinhará no grid mais uma vez, a lendária equipe britânica Lotus.

A Lotus, que fez muito sucesso com pilotos históricos como Jim Clark, Emerson Fittipaldi, Jochen Rindt, Ayrton Senna, Nigel Mansell, Ronnie Peterson, Gunnar Nilsson, Nelson Piquet, Mario Andretti, entre outros, e que viveu sua fase negra em meados da década de 1990, com pilotos sombrios como Phillipe Adams, inclusive fechando suas portas, anuncia sua volta a categoria depois de 16 anos de ostracismo, no lugar da BMW, que sairá ao fim da temporada de 2009.


Colin Chapman fez com que a equipe se tornasse uma das mais inesquecíveis de toda a F1. Inovou diversas vezes, e fez com que a Lotus fosse inclusive a primeira equipe que corresse na categoria com patrocinadores.

Coincidência ou não, depois da morte de Colin, a Lotus jamais foi a mesma. Entrou em decadência até fechar suas portas na F1 no ano de 1994. Ainda em 1995 estava na F1, mas em parceria com a equipe Pacific, que queira ou não, foi mais uma mancha em sua passagem.

Seja lá onde ele está, Colin Chapman deve estar feliz com a volta de sua tão famosa equipe para a F1. Mesmo que nada do passado ela lembre, e mesmo que sendo apenas um nome famoso na F1.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Você sabe quem são os vencedores da Liga dos Campeões?

A UCL está ai, então ai vai a lista dos vencedores da Champions League, torneiro de clubes mais rico do mundo:

Real Madrid – nove (1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1966, 1998, 2000, 2002)

Milan – sete (1963, 1969, 1989, 1990, 1994, 2003, 2007)

Liverpool – cinco (1977, 1978, 1981, 1984, 2005)

Bayern de Munique – quatro (1974, 1975, 1976, 2001)

Ajax – quatro (1971, 1972, 1973, 1995)

Barcelona – três (1992, 2006, 2009)

Manchester United – três (1968, 1999, 2008)

Juventus – dois (1985, 1996)

Benfica – dois (1961, 1962)

Internazionale – dois (1964, 1965)

Porto – dois (1987, 2004)

Nottingham Forest – dois (1979, 1980)

Olympique de Marselha – um (1993)

Steaua Bucareste – um (1986)

Hamburgo – um (1983)

Celtic – um (1967)

Borussia Dortmund – um (1997)

Estrela Vermelha – um (1991)

PSV Eindhoven – um (1988)

Aston Villa – um (1982)

Feyenoord – um (1970)

O Real Madrid de Raul, C. Ronaldo, Kaká, e cia. tenta sem décimo título da competição

domingo, 13 de setembro de 2009

A triste história de Antedeguemon


-Alô.
-Alô eu queria falar com o ANTEDEGUEMON.
-Com quem?
-Com o ANTEDEGUEMON.
-QUEM?
-ANTEDEGUEMON.
-Quem é?
-É o amigo do ANTEDEGUEMON.
-Aqui não tem ninguém com esse nome.
-Claro que não, você acha que vai existir alguém com o nome ANTEDEGUEMON?
-É isso é uma coisa lógica, só eu queria saber quem é.
-Aqui? É o amigo do ANTEDEGUEMON.
-Ai meu Deus. Ô meu querido, qual o seu nome?
-Meu nome?
-É.
-Meu nome é ANTEDEGUEMON!
-Não, eu tô falando sério, quem é?
-Não, é que aqui, na minha casa, todos os meus irmãos chamam ANTEDEGUEMON e todos os meus amigos chamam ANTEDEGUEMON!
-Você tem a voz de uma pessoa que chama Marcos.
-Marcos?
-É.
-Mas aqui não é o Marcos, aqui é o ANTEDEGUEMON!

Boa noite e boa semana!

Bandeiras velozes

No GP da Itália de F1 de hoje, tivemos a bandeira preta com um circulo laranja dada ao polonês Robert Kubica, e ela a algum tempo não aparecia.

Hoje em dia, com a tecnologia integrada dentro do esporte, principalmente dentro dos desportos motorizados, talvez não precisassemos de tantas bandeiras para a sinalização. Talvez a amarela e a quadriculada serão utéis para todo o sempre, mas e o restante? Você sabe ao certo para que são utilizadas?

Pois bem, ai vamos as bandeiras que estão envolvidas dentro de uma corrida:

Não existe bandeira que mais represente o automobilismo. A bandeira quadriculada em preto e branco representa o fim da corrida para o piloto vencedor, que claramente, é o primeiro que a visualiza quando se aproxima da linha de chegada.

A bandeira vermelha no automobilismo indica que a corrida vai ser interrompida por um determinado período, devido a algum acidente difícil de ser lidado, seja pela localização complicada, ou mesmo pela gravidade da situação. Pose ser também aplicada a situações adversas do tempo, como por exemplo uma chuva muito forte.

A bandeira preta e branca diagonal, é dada a um piloto que vem cometendo atitudes anti desportivas na pista, como fechadas perigosas, toques propositais, ou qualquer outra atitude indevida. É como se fosse um cartão amarelo das pistas, pois funciona como uma advertência. Caso as atitudes se mantenham, o piloto recebe a bandeira preta.

A bandeira preta com um círculo laranja é dada a um piloto que está com seu equipamento avariado. Pode ser a um piloto que esteja deixando óleo na pista, ou que tenha alguma peça pendurada no carro, por exemplo. O piloto que recebe esta bandeira deverá recolher seu carros aos boxes o mais rápido possível para o concerto do defeito. Caso não seja possível, ele deverá abandonar a corrida, e se o piloto insistir em permanecer na pista por muito tempo depois da bandeira, toma a bandeira preta.

A bandeira listrada em vermelho e amarelo sinaliza pista lisa por oléo deixado por algum carro no traçado. Geralmente quando um carro tem uma quebra de motor, deixa óleo pela pista, e durante um período da prova a bandeira é mostrada no local da poça escorregadia.


A bandeira preta é dada a um piloto que teve uma atitude anti-desportiva muito grande em uma prova. Atitudes como cortar a pista para ganhar posições, jogar o carro sobre o adversário, ou provocar complicações maiores por conta de pilotagem agressiva ao extremo, pode acarretar numa bandeira preta.

A bandeira branca é mostrada ao líder da prova quando este entra na última volta da prova.

A bandeira azul é mostrada a um retardatário, para que este ceda passagem para um piloto que esteja uma volta a frente dele.

Na bandeira amarela, não se pode ultrapassar nem andar muito rapidamente. Ela é mostrada quando um acidente está posicionado num local perigoso aos outros pilotos da prova. Pode ser dada em toda a pista, ou apenas em um setor.


A bandeira verde é dada quando não se há mais nenhum perigo na pista. Ela sinaliza aos pilotos para que voltem a corrida normalmente.

No geral, essas são as bandeiras mais importantes numa corrida de automotores. Existe também, uma bandeira quadriculada em verde e amarelo que é dada também na chegada, mas isso só é possível quando a prova é dividida em duas baterias. Ela não é oficiallizada pela FIA esó é mostrada em algumas categorias.

OBS.: As bandeiras sumiram porque fizeram questão de tirarem elas do servidor. Desculpe pelo erro.

Análise do GP da Itália de F1


Uma ótima corrida num dia ensolarado de fim de verão, na Itália.

Monza, mesmo depois de muitos circuitos novos na F1, e depois de muitas mudanças de regulamento, ainda mostra ser um dos circuitos mais competitivos que a categoria já teve. E isto, sem mudanças bruscas no traçado, excetuando o trecho oval da década de 1950.

Largada limpa. Na variante, passou Hamilton em primeiro, mantendo a pole. Raikkonen com um Kers eficiente conseguiu tomar a segunda posição de Adrian Sutil. Barrichello largou muito bem e roubou a quarta posição de Kovalainen numa bela manobra.


Logo na primeira volta, no início do segundo setor, existe um toque de Kubica em Webber, o que saca o australiano aspirante ao título da prova. Toque este, que resulta numa bandeira preta e laranja para o polonês, com a asa dianteira avariada. Coisa que a muito tempo não víamos na F1.

Bandeira mostrada a Robert Kubica

Kovalainen, na parte inicial da prova, foi o bônus de todo mundo. Era chegar e passar, o que deixou o finlandês bem para trás.

As Force India estavam indo muito bem. Sutil manteve até a primeira parada a terceira posição, e Liuzzi vinha numa crescente na corrida, mesmo que pressionado por Alonso, até ter problemas no câmbio e parar.

Barrichello apostou numa estratégia útil para circuitos rápidos - A de uma parada só. E deu certo. Tanto Rubens quanto Button investiram nesta estratégia e levaram seus carros bem até o fim.

Com todas as paradas da prova, e Hamilton arriscando fazer duas paradas, só de Brawn até o fim. Barrichello levou tranquilamente seu carro para cruzar a linha de chegada em primeiro. Seu companheiro, Jenson Button, depois de algum tempo fez uma corrida convincente, e cruzou em segundo, ainda líder da competição. Hamilton seria o terceiro, mas fez questão de bater nas últimas curvas e ceder o complemento do pódio para Kimi Raikkonen da Ferrari, o que proporcionou um sorriso, mesmo que amarelo, para os tifosi.



O destaque negativo fica com Romain Grosjean, que tomou um banho de Alonso na prova. O positivo, fica para a estratégia da Brawn, praticamente campeã dos construtores, e a briga interna na pista entre Trulli e Glock, da Toyota.

Outra especulação agitou Monza neste , domingo - Antônio Pizzonia, antes Jungle Boy, agora Slash, pode estar anunciando sua volta a F1 depois de alguns anos, por meio da Equipe Virgin Manor, para 2010.

Confira a classificação final do GP da Itália de F1:

1 R. Barrichello (BRA) Brawn 53 voltas em 1h16m21s706
2 J. Button (ING) Brawn a 2s866
3 K. Raikkonen (FIN) Ferrari a 30s664
4 A. Sutil (ALE) Force India a 31s131
5 F. Alonso (ESP) Renault a 59s182
6 H. Kovalainen (FIN) McLaren a 1m00s693
7 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber a 1m22s412
8 S. Vettel (ALE) RBR a 1m25s427
9 G. Fisichella (ITA) Ferrari a 1m26s856
10 K. Nakajima (JAP) Williams a 2m00s000
11 T. Glock (ALE) Toyota a 2m43s925
12 L. Hamilton (ING) McLaren a 1 volta/acidente
13 S. Buemi (SUI) STR a 1 volta
14 J. Trulli (ITA) Toyota a 1 volta
15 R. Grosjean (FRA) Renault a 1 volta
16 N. Rosberg (ALE) Williams a 2 voltas
17 V. Liuzzi (ITA) Force India a 31 voltas/câmbio
18 J. Alguersuari (ESP) STR a 34 voltas/mecânico
19 R. Kubica (POL) BMW Sauber a 38 voltas/abandono
20 M. Webber (AUS) RBR a 53 voltas/acidente

Button vê Barrichello cada vez mais de perto: Briga limpa.

Confira os oito primeiros do mundial de pilotos:

  • 1 J. Button (ING) 80 pts
  • 2 R. Barrichello (BRA) 66 pts
  • 3 S. Vettel (ALE) 54 pts
  • 4 M. Webber (AUS) 51.5 pts
  • 5 K. Raikkonen (FIN) 40 pts
  • 6 N. Rosberg (ALE) 30.5 pts
  • 7 L. Hamilton (ING) 27 pts
  • 8 J. Trulli (ITA) 22.5 pts
Confira os oito primeiros do mundial de construtores:

  • 1 Brawn 146 pts
  • 2 RBR 105.5 pts
  • 3 Ferrari 62 pts
  • 4 McLaren 47 pts
  • 5 Toyota 38.5 pts
  • 6 Williams 30.5 pts
  • 7 Renault 20 pts
  • 8 BMW Sauber 20 pts
A próxima corrida será em Cingapura, no dia 27 de setembro, 9 da manhã, pelo horário de Brasília.

sábado, 12 de setembro de 2009

A evolução do sonho indiano

Até quem não corre faz tempo, faz tempos bons com a atual Force India, na F1. Vitantonio Liuzzi larga na sétima posição correndo em casa, em Monza, depois de um tempo fora da F1. Mas a grande surpresa, é mesmo Adrian Sutil, que pela primeira vez na carreira larga na primeira fila. Sai no segundo lugar, ao lado de Lewis Hamilton, da McLaren.


Aliás, alguém ainda duvida da força dos motores Mercedes? Eu sinceramente achava a um tempo atrás que os melhores motores da F1 vinham da Ásia. Aquela velha história de carro produzido na Inglaterra + motor produzido no Japão = Equipamento bom. Mas parece que isso já não é mais um fato.

Criticavam muito a Honda ano passado, pois tinha um carro fraco. Mas depois de declarações de Rubens Barrichello, tudo leva a crer que era o motor que não empurrava direito. Isso reforça a tese de quem acredita que o motor Mercedes é realmente um dos melhores dos últimos tempos.

Desde de sua entrada na McLaren, em 1995, a Mercedes foi evoluindo seu motor aos poucos, e ganhou títulos no fim da década de 1990. Viveu fases de motores bons, porém, pouco resistentes. E isso enfim, parece ter se resolvido.

McLaren Mercedes de 1995. Aqui, guiado por Mansell, e uma de suas últimas corridas.

Além da McLaren, ninguém acreditava muito nos Mercedes no começo da temporada. Tanto que esses motores foram cair em carros desacreditados, como a Force India e a Brawn GP.

Resultado? A Brawn domina o campeonato desde o início, e a Force India vem numa crescente gigantesca, agora aliados a um pacote aerodinâmico eficiente.

Então vamos falar da Force India!

Vijay Mallya, o dono do sonho.

Teoricamente, a equipe mais modesta do grid. Sequer um Motorhome descente ela pode pagar. Mas depois de quase dois anos na F1, o sonho indiano de Vijay Mallya vem ficando cada vez mais sonoro para o mundo. No começo, era só a estrutura de uma decadente Jordan ruim aerodinamicamente, que já tinha passado na mão de russos e holandeses. Agora, é uma equipe emergente, que vem se transformando na grande surpresa da temporada.

Depois de um segundo lugar de Giancarlo Fisichella em Spa, que assinou com a Ferrari até o fim do ano, a equipe veio mais forte ainda para Monza. Sutil, arranca um segundo lugar para a largada, e Liuzzi que a tempos não corria, acertou o pé e fez um sétimo lugar.

Amanhã, vamos ver se a Force India será ajudada pelos seus motores Mercedes, ou se será atrapalhado pelos motores Mercedes... Afinal, do lado existem vários Mercedes.

Hamilton, meio que brincando no campeonato, larga da ponta. Kovalainen sai logo atrás, em quarto. Quinto e sexto, existem mais dois Mercedes, com as Brawn de Barrichello e Button, que teoricamente, os que mais correrão com o regulamendo debaixo do braço.

Enfim. O sonho indiano depende e muito dos alemães, neste momento. Tanto de Sutil, quanto da Mercedes.

Perebas - O lado negro do futebol

Quem nunca teve um pereba no seu time do coração?

Enquanto o Corinthians teve o Sócrates, também teve o Iran...
O Palmeiras teve Ademir da Guia, mas também teve Fabinho Capixaba...
Santos teve Pelé, mas teve Camanducaia...
E o São Paulo teve o Raí, mas teve de bandeja o Alencar.

Quem nunca teve um entregador de jogo no seu time que jogue a primeira pedra! Afinal, mais de 500 jogadores por fim de semana no campeonato Brasileiro, não é possível que não exista um que não seja ruim.

Começamos pelo Corinthians. O time do Parque São Jorge foi campeão brasileiro pela primeira vez em 1990, e conseguiu a vaga para a Libertadores, que continua sendo um sonho antigo do clube. E não foi daquela vez que saiu vitorioso.
Em plena São Paulo, Contra o temido Boca Juniors, o zagueirão Guinei numa desatenção bisonha entregou o ouro, fazendo com que o time saísse da copa prematuramente.

Guinei, como era e como está.

Cerca de quinze anos depois, o Corinthians vivia a pior fase de sua vida. E se reforçou no meio do campeonato com jogadores que se não tivessem vindo, não atrapalhariam. Tratam-se de Ailton, o "Barrilton", e principalmente, o sempre encostado lateral direito, Iran, e o zagueiro preterido em São Januário, Fábio Braz. De nada adiantou as contratações e o Corinthians acabou mesmo por cair de divisão.

Fábio Braz e Iran.

Do outro lado da cidade, o Palmeiras. E como qualquer time, tem também seus perebas.
Mas nos últimos tempos, surgiu no Palestra Itália um lateral direito proveniente do Mirassol. Tratava-se de Fabinho Capixaba.

Fabinho Capixaba.

Marcava mal, apoiava mal, e cruzava mal. A bola literalmente queimava em seus pés. A torcida não aguentava mais, e chegou a vendê-lo pelo Mercado Livre por um mísero real. Talvez sentindo a pressão, está atualmente no Avaí, e até que apresentando um futebol melhor.

Outro perebão do Palmeiras foi Ricardo Boiadeiro. Esse realmente foi clássico... Comprado por uma fortuna na época, ainda mais se tratando da filosofia aplicada do bom barato no time por Mustafá Contursi, e ganhando um salário gordo, simplesmente não correspondeu as expectativas e saiu do time verde sem fazer uma partida boa.

Ricardo Boiadeiro quando defendia o Volta Redonda.

No São Paulo, apesar de durante muito tempo os torcedores terem vivido muitas alegrias com o maior ídolo da torcida, Rogério Ceni, certa vez tiveram que ver ele sendo expulso no início do jogo, contra o Vasco de um tal de Romário. Resultado? Um 7x1 sonoro, graças a falhas bisonhas do goleiro reserva, Alencar.

O Mítico goleiro, defendendo o Clube do Remo.

Por fim, o Santos. O time do maior do mundo, também teve jogadores de se esquecer. Por exemplo Marcelo Peabiru. Vindo em 2003 para o time da vila, numa das melhores fases do peixe, não teve a sorte de Robinho no clube. Nem no Santos, e nem em qualquer outro lugar, na verdade. Há um tempo atrás, ele foi dispensado por um time da Ilha de Malta, uma nanica ilha próxima a Espanha.

Marcelo Peabiru foi contratado juntamente com um dos mitos do futebol atual, Val Baiano.


Existem muitos jogadores ruins por aí, com certeza piores que estes. Mas se formos citar todos, precisariamos da ajuda de algum profissional em jogadores incapacitados...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Onde você estava na manhã de 11 de setembro de 2001?

Já fazem oito anos que os boeings da American Airlines bateram no World Trade Center, as torres gêmeas em Manhattan, Nova Iorque, no Pentágono, e em um descampado, graças a passageiros corajosos (Provavelmente, o destino deste avião era a Casa Branca).

O tempo vôou. Naquele dia todos foram para o trabalho, e para a escola. Eu estava na escola... E por coincidência, lá pras nove da manhã ouviu-se um barulho próximo a escola. Até ai tudo bem.

Minha mãe foi me buscar naquele dia. E no rádio dava a notícia ruim.


Fica aqui a pergunta: E você, onde estava naquela manhã?

Caster Semenya é realmente, 'homem'

Bom, na verdade não é bem isso. Caster Semenya na verdade é uma hermafrodita.

Ela, ou ele, possui os orgãos genitais femininos externamente, e os orgãos masculinos internamente. Ou seja, ela possui vagina, e ao invés de possuir ovários, ela possui testículos internos, que fazem com que ela produza mais testosterona, e portanto, produza mais energia e força que as mulheres com que ela competiu nos últimos jogos de Berlim.

Dopping? Não. Ela produz sem ajuda de anabolizantes a testosterona.

Cassação da medalha? Também não. Mas haverá nas próximas semanas uma reunião que vai decidir se ela poderá competir entre as mulheres nas próximas competições.


Semenya veio de família pobre. Talvez nunca tenha tido chances de poder consultar um médico para identificar sua anomalia genética. Portanto, se ela for proibida de competir entre as mulheres, talvez faça uma operação que possibilite ela de competir.

Vamos ver o que acontece a partir de agora com Caster.